terça-feira, 1 de outubro de 2013

NOVO SÉCULO, NOVAS PREOCUPAÇÕES.
A humanidade se aproxima muito rápido de um colapso ambiental através do uso irresponsável de seus recursos. Nosso planeta nos oferece uma infinidade de riquezas que possibilita uma vida farta de consumo e desejos. E nós seres humanos continuamos a viver sem pensar em como este modo poderia ser bem mais responsável.
Com o avanço do desenvolvimento tecnológico e científico, o pensamento ecológico tornou se uma questão de vital importância. A realidade dos impactos ambientais, expostas por alguns cientistas como Rachel Carson em “Primavera silenciosa”, “O mar que nos cerca” e outras literaturas, já traziam luz para debates sérios.  As diversas reuniões, conferências e encontros internacionais realizados ao longo da segunda metade do século passado fizeram por marcar as responsabilidades ecológicas de nossa espécie. A carta de Belgrado por exemplo que sugere a Educação Ambiental multidisciplinar e integrada às diferenças regionais, trata das mazelas da humanidade todas em conjunto. A fome, analfabetismo, poluição, exploração e dominação são o foco do manifesto. No Brasil, diversos encontros trataram de enfatizar a necessidade de mudanças nos padrões curriculares do ensino de ecologia somente a partir da década de 70.
O texto “A educação ambiental na história e as principais correntesexpõe de forma concisa a movimentação das sociedades dado aos acontecimentos que marcam uma necessidade de mudança de hábitos mundiais. Assim como os vídeos sugeridos para esta tarefa retratam didaticamente uma necessidade de transformação cultural pela humanidade objetivando a sustentabilidade em escala planetária.
Portanto é notável a preocupação nas problemáticas ambientais e no futuro que queremos para nosso filhos e netos. É indispensável a interdisciplinaridade da questão ambiental não só nos currículos escolares, mas em toda forma de debate em que envolva utilização de recursos naturais.


                        PROF. PEDRO HENRIQUE OLIVEIRA GUIMARÃES

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