NOVO
SÉCULO, NOVAS PREOCUPAÇÕES.
A
humanidade se aproxima muito rápido de um colapso ambiental através do uso
irresponsável de seus recursos. Nosso planeta nos oferece uma infinidade de
riquezas que possibilita uma vida farta de consumo e desejos. E nós seres
humanos continuamos a viver sem pensar em como este modo poderia ser bem mais
responsável.
Com
o avanço do desenvolvimento tecnológico e científico, o pensamento ecológico
tornou se uma questão de vital importância. A realidade dos impactos ambientais,
expostas por alguns cientistas como Rachel Carson em “Primavera silenciosa”, “O mar
que nos cerca” e outras literaturas, já traziam luz para debates sérios. As diversas reuniões, conferências e encontros
internacionais realizados ao longo da segunda metade do século passado fizeram
por marcar as responsabilidades ecológicas de nossa espécie. A carta de
Belgrado por exemplo que sugere a Educação Ambiental multidisciplinar e
integrada às diferenças regionais, trata das mazelas da humanidade todas em
conjunto. A fome, analfabetismo, poluição, exploração e dominação são o foco do
manifesto. No Brasil, diversos encontros trataram de enfatizar a necessidade de
mudanças nos padrões curriculares do ensino de ecologia somente a partir da
década de 70.
O
texto “A educação
ambiental na história e as principais correntes” expõe de forma concisa a movimentação das
sociedades dado aos acontecimentos que marcam uma necessidade de mudança de
hábitos mundiais. Assim como os vídeos sugeridos para esta tarefa retratam
didaticamente uma necessidade de transformação cultural pela humanidade
objetivando a sustentabilidade em escala planetária.
Portanto é
notável a preocupação nas problemáticas ambientais e no futuro que queremos
para nosso filhos e netos. É indispensável a interdisciplinaridade da questão
ambiental não só nos currículos escolares, mas em toda forma de debate em que
envolva utilização de recursos naturais.
PROF. PEDRO HENRIQUE
OLIVEIRA GUIMARÃES
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